segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Corpo é encontrado em localidade entre Guarabira e Araçagi

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Na tarde desta segunda (1) foi encontrado um corpo num matagal próximo a localidade de Pirpiri, município de Guarabira-PB.

As primeiras informações dão conta de que o corpo encontrado em estado avançado de putrefação, é de Antônio Júlio da Silva, que estava desaparecido a cerca de treze dias.

De acordo com populares, o mesmo morava sozinho e sofria de epilepsia.

O Gemol foi acionado e fez a remoção do corpo.



Da Redação com Feliciano Silva do nordeste1

Dono de bar será responsabilizado se menor for pego consumindo álcool

Assim como fez com o cigarro, o governo de São Paulo quer fechar o cerco contra o consumo de álcool por adolescentes no Estado. Hoje, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) envia para a Assembleia Legislativa um projeto de lei que tem como objetivo principal reduzir o consumo de álcool por menores.

A proposta é tornar a fiscalização dos bares ainda mais rigorosa, responsabilizando o proprietário caso algum menor consuma bebida alcoólica no local. Pela legislação atual, o proprietário não pode comercializar a bebida, mas não é responsabilizado caso um adulto compre e a entregue para um adolescente.

O psiquiatra Arthur Guerra, coordenador do Grupo de Álcool e Drogas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), participou da equipe que elaborou a estratégia para combater o consumo excessivo de álcool no Estado.

"Este ano sugerimos ao governador que o foco sejam os adolescentes e jovens. No próximo, o alvo será a população em geral. Obviamente, não propomos a proibição total do consumo (para os adultos), mas defendemos estratégias para o uso moderado", afirma.

Dados do Centro de Referência em Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod), vinculado à Secretaria de Estado da Saúde, apontam que 40% dos adolescentes e 16% dos adultos que procuram tratamento para se livrar do vício experimentaram bebida alcoólica antes dos 11 anos.

A maioria começou a beber ainda criança, geralmente em casa ou na presença de familiares. Em 39% dos casos o pai bebia abusivamente; em 19%, a mãe; e em 11%, o padrasto. Para especialistas, o fato de os dependentes de álcool terem começado a beber dentro de casa e ainda crianças pode ser explicado pela questão da imitação.

Esses dados serão usados durante a exposição do projeto de lei que será apresentado hoje. A proposta prevê também que o dono do bar poderá solicitar o documento de identidade para um jovem que está consumindo bebida alcoólica, caso suspeite que ele tenha menos de 18 anos. Isso será possível, já que a responsabilidade sobre o consumo será dele.

Penalizações. A fiscalização será feita pela mesma equipe que já circula pelos estabelecimentos para verificar o cumprimento da lei antifumo, que proíbe o consumo de cigarro em bares, boates e restaurantes. O projeto prevê multa em caso de descumprimento e até o fechamento em caso de reincidência.

Para Ronaldo Laranjeira, coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Políticas Públicas do Álcool e outras Drogas, a medida é bem-vinda. "Vale a pena comparar com os Estados Unidos, um país conhecido pela repulsa ao excesso de regulação", diz Laranjeira.

"Lá, qualquer adulto que entregar álcool a um adolescente terá problemas sérios com a Justiça: equivale a tráfico de drogas, pois álcool é uma droga ilícita para menores de 21 anos." No Brasil, o consumo é liberado a partir dos 18 anos.

"Já era tempo disso começar a acontecer no Brasil também", afirma o pesquisador. "Temos um ponto de fornecimento de álcool para cada 200 habitantes no País. Nós nos acostumamos com isso, mas é um tremenda anomalia", afirma.

Guerra acrescenta que, no próximo ano, as estratégias e campanhas de combate ao álcool vão mirar especialmente a perigosa interação entre bebida e volante.

Plano antigo. Em entrevista anterior ao Estado, Giovani Guido Cerri, secretário de Saúde, disse que o governo iniciaria uma campanha educativa em parceria com a Secretaria de Educação e aumentaria a fiscalização para impedir a venda e o consumo de bebidas alcoólicas por menores.

À época, Cerri afirmou que a ideia era programar uma força-tarefa similar à realizada durante a implementação da lei antifumo, com blitze educativas. Afirmou que o Estado estava analisando a legislação atual para estabelecer um plano de combate.

Segundo Cerri, o governo queria agir em duas frentes: prevenção, por meio das campanhas educativas; e fiscalização, por meio de mudanças na legislação.

Há cidades que adotaram medidas duras para impedir o consumo de álcool por menores. Em Diadema, a venda de bebidas alcoólicas em bares é proibida após as 23 horas.



Da Redação com Agência Estado

Polícia divulga nome verdadeiro do estuprador; ele atuava no RJ e MG


O estuprador que já é acusado de violentar, no mínimo onze mulheres, entre elas crianças e adolescentes, em João Pessoa, já havia atuado em pelo menos mais dois estados. Segundo o major Sousa Neto, do 5º Batalhão da Polícia Militar, Fábio Pereira de Sousa, nome verdadeiro do acusado, que usava o nome falso de Abner Machado Pereira Neto, já responde pelos crimes de sequestro e estupro no Rio de Janeiro e em Minas Gerais.

As polícias Civil e Militar, no entanto, acreditam que estes não eram os únicos estados em que Fábio, ou Abner, atuava. Já está sendo feito um levantamento para descobrir em que outros lugares o acusado agia.

A delegada de Infância e Juventude de João Pessoa, Joana Darc, acrescentou que já tem informação de que o estuprador confesso tem uma condenação no Rio Grande do Norte e disse que pelo fato de o homem ter gravado um de seus crimes não descarta a possibilidade de ele integrar uma rede de pedofilia. Ela informou que Abner será transferido para o presídio do Roger até a próxima quarta-feira (3) e disse que lá ele deve ficar isolado dos outros detentos.

Uma outra informação divulgada hoje é de que uma das vítimas de 13 anos estaria grávida de quatro meses do acusado.

Caso Rebeca

Informações de que Fábio teria sido visto nos cultos da igreja que Rebeca Cristina e sua família frequentavam circulam em Mangabeira. A informação, porém, não foi confirmada pela polícia.

O delegado Marcos Paulo Vilela, da Delegacia de Homicídios, já havia afirmado não acreditar que ele tenha envolvimento com o caso. Ele se baseia nas diferença encontradas nos crimes praticados por Abner e com o de Rebeca. De acordo com o delegado, Abner dopava as vítimas e em seguida cometia a violência sexual. O exame toxicológico feito em Rebeca, no entanto, deu negativo.

Mesmo sem confirmação, Fábio cedeu seu material genético para que seja comparado ao sêmen e ao sangue encontrados no corpo da menina. O Instituto de Polícia Cientifica deve liberar os exames nos próximos dias.



Da Redação com TV Cabo Branco

PM detém adolescente e prende mulher acusada de roubo de motos em João Pessoa

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Policiais do Serviço de Inteligência do Comando Geral da Polícia Militar prenderam no final da manhã desta segunda-feira (1º) Kelly Alves Nogueira e detiveram o adolescente R.M.B.S. O flagrante aconteceu no Bairro de Cruz das Armas em João Pessoa.

De com o major Lívio Sérgio, comandante do Serviço de Inteligência do Comando Geral, a dupla já vinha sendo investigada há vários dias. Na manhã desta segunda-feira, os policiais montaram uma operação e prenderam os acusados numa residência na Rua Engenheiro Retumba, 188.

Com eles, os policiais apreenderam um revólver calibre 32 e uma moto Titan de cor vermelha e placas KGV-8943, que, segundo a polícia, é roubada. De acordo com a polícia a dupla é suspeita de envolvimento em vários roubos de motos em João Pessoa e que as investigações terão continuidade com o objetivo de localizar outros veículos roubados pelos acusados.



Da Redação com Paulo Cosme

Suspeito de liderar cartel mexicano confessa 1,5 mil assassinatos

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A polícia do México informou que o suspeito de ser líder de um cartel de tráfico de drogas preso na sexta-feira confessou ter ordenado o assassinato de 1,5 mil pessoas no Estado de Chihuahua.

O suspeito, Jose Antonio Acosta Hernandez, de 33 anos, também é suspeito de planejar o ataque que resultou na morte de uma funcionária do consulado americano e do marido dela em 2010 em Ciudad Juárez.

Segundo as autoridades mexicanas, Hernandez, também conhecido como El Diego, é um nome de importância dentro do cartel de Juárez.

Hernandez é acusado de ser o líder do grupo La Linea, cujos integrantes trabalham como matadores para o cartel de Juárez. Este cartel controla as rotas de tráfico de drogas de Ciudad Juárez para os Estados Unidos.

Ciudad Juárez, por sua vez, é considerada a cidade mais violenta do México, com mais de 3 mil assassinatos registrados em 2010. A cidade fica próxima da fronteira com os Estados Unidos.

Ataques

A polícia também acredita que El Diego foi o responsável pelo ataque com um carro bomba que matou quatro pessoas em Ciudad Juárez, o primeiro deste tipo.

O chefe da Polícia Federal e do esquadrão de combate às drogas, Ramon Pequeno, disse que Hernandez também admitiu ter mandado matar 15 pessoas, a maioria adolescentes, em uma festa em Ciudad Juárez em 2010.

O governo mexicano tinha oferecido uma recompensa de cerca de U$ 1,2 milhão (aproximadamente R$ 1,8 milhão) por informações que levassem à prisão de Hernandez.

Promotores americanos querem julgar Hernandez devido ao caso da morte em 2010 da funcionária do consulado americano em Ciudad Juárez, Lesley Enriquez, seu marido americano, Arthur Redelfs, e o marido de outra funcionária do consulado, Jorge Alberto Salcedo.

Eles foram mortos a tiros dentro de um carro depois de sair de um evento na cidade.



Da Redação com BBC Brasil

GUARABIRA: Secretaria de Saúde tem novo horário de funcionamento

Na busca por melhor atender a população de Guarabira a Secretaria Municipal de Saúde está com novo horário de funcionamento. A mudança aconteceu desde esta segunda-feira (1º).

As pessoas que precisarem de algum atendimento ou serviço na Secretaria Municipal de Saúde deverão procurar o órgão no período da manhã, pois na parte da tarde o expediente será interno com os servidores dando mais agilidade aos processos.

De acordo com a secretária de Saúde, Alana Brandão Barreto (foto ao lado), o novo horário de funcionamento da Secretaria será das 08h às 12h de segunda a sexta-feira.

“Fizemos um levantamento do funcionamento da Secretaria e decidimos colocar no período da manhã todos os serviços procurados pela população, e a tarde o trabalho de digitação e preparação dos processos pelos servidores, agilizando tanto o atendimento ao público como os trabalhos administrativos”, disse a secretária.

Nesta segunda-feira os serviços já estão seguindo o novo horário, atendendo a população pela manhã, e a tarde destinada somente para a parte administrativa da Secretaria.



Da Redação com Codecom-PMG

Maioria dos homens diz saber se a mulher finge orgasmo

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Você terminaria o namoro se seu parceiro(a) ficasse gordo(a)? Já teve fantasias com o(a) amigo(a) do(a) companheiro(a)? Já fingiu orgasmo? Acredita no casamento? Essas foram algumas das perguntas feitas a mais de 70 mil homens e mulheres no site da revista feminina Cosmopolitan.

Acreditem: 66% dos homens colocam fé no casamento e querem preservá-lo. Mas atenção, mulher: 55% acham que conseguem dizer se a companheira está fingindo orgasmo.

As respostas dos levantamentos Great Male Survey e Great Female Survey foram divulgadas no portal masculino AskMen. Confira os resultados:

- 66% dos homens e 85% das mulheres acreditam no casamento e pretendem preservar essa instituição. Enquanto isso, 20% deles e 11% delas acreditam, mas dizem que não é para eles;
- 47% deles e 20% delas terminariam o relacionamento se o parceiro ficasse gordo;
- 44% dos voluntários do sexo masculino acham que o homem deve pagar a maioria dos encontros até o relacionamento se tornar estável e 36% das entrevistadas preferem dividir os gastos;
- 85% deles afirmam que teriam um relacionamento com uma mulher que ganha mais, sem que isso os incomode. No caso delas, 73% se envolveriam com alguém que recebe salário menor, sem problemas;
- Sentir-se mais próximo do/a parceiro/a é o que motiva 73% deles e 86% delas a serem românticos;
- 37% dos homens já tiveram fantasias com amigas das companheiras no passado, mas tentam evitar atualmente. No grupo feminino, 57% nunca pensaram em algo a mais com um colega do parceiro;
- 37% dos homens dizem que o que mais fantasiam é sexo a três, enquanto 37% delas sonham em ser dominadas;
- 55% deles acham que conseguem dizer quando a mulher finge orgasmo e 32% delas confessam que já fingiram orgasmo, mas não com muita frequência;
- 46% das pessoas do sexo masculino têm de quatro a seis pares de sapato, em comparação com dez ou mais de 62% das do feminino;
- 51% dos entrevistados acreditam que o tipo de bebida que escolhem reflete sua masculinidade e 61% das voluntárias pensam que o que pedem não reflete em sua feminilidade;
- 35% dos homens elegeram a cerveja com a mais masculina e, 43% das mulheres, cosmopolitan como a mais feminina;
- 29% deles comem muito menos fast food que há um ano e 29% delas dizem que saboreiam a mesma quantidade;
- Potencial de crescimento é o principal fator para considerar um novo trabalho para 44% deles e 29% delas.



Da Redação com ponto a ponto ideias

Nenhuma obra do PAC foi concluída em 2011 devido à corrupção no Brasil

Um balanço divulgado com as obras que estão sendo feitas no país pelo PAC resultou em uma triste constatação: nenhuma obra ficou pronta nesses meses de governo da presidente Dilma Rousseff.

Muito dinheiro foi investido e o superfaturamento em obras do Ministério dos Transportes em todo o Brasil comeu o dinheiro e deixou as estradas com obras atrasadas e mal feitas.

As demissões no citado ministério já chegam à vinte desde que o escândalo estourou mesmo. E parece que não vai parar por aí.

Há mais o que descobrir, afinal as investigações continuam e muita gente com medo delas se aproximarem.



Da Redação com blog do Dércio

Eficiência do governo do PT é puro marketing, diz líder do PPS

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O líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Bueno (PR) atribuiu a baixa execução das obras do PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento) à ineficiência dos governos do PT. Ele disse que o balanço do programa divulgado na última sexta-feira pelo Ministério do Planejamento põe por terra a tão decantada competência da presidente da República, que, segundo ele, foi eleita por causa de marketing de “tocadora de obras”.

“A propaganda é a marca registrada dos governos petistas, cuja eficiência é apenas marketing. Na hora de governar, os resultados são pífios, como esses do PAC. Para mim, isso não é nenhuma novidade”, criticou Bueno.

O balanço deste primeiro semestre mostra um resultado negativo para o governo comandado pela “mãe do PAC”. No momento em que se fala em injetar mais recursos para preparar o país para os eventos da Copa do Mundo de Futebol e as Olimpíadas, a execucação orçamentária foi de apenas R$ 10,3 bilhões entre janeiro e 27 julho, valor inferior aos investimentos realizados no mesmo período do ano passado, que foi de R$ 10,5 bilhões. Em seis meses, não houve conclusão de nenhuma obra rodoviária ou ferroviária.

Bueno afirmou que o valor empenhado também ficou abaixo do esperado: R$ 11,3 bilhões, abaixo dos R$ 11,7 bilhões no mesmo período de 2010. “O pior é que já avisaram que apenas 74% das obras previstas para serem entregues entre 2011 e 2014 serão concluídas”, afirmou.

Corrupção

Rubens Bueno lembrou ainda que a divulgação do balanço ocorre em meio às denúncias de corrupção no Ministério dos Transportes, a pasta que é responsável pela maior parte das execuções das obras do PAC, programa usado como bandeira na campanha pela presidente Dilma Rousseff. “Essas denúncias devem atrasar ainda mais o andamento das obras”, prevê o líder do PPS.



Da Redação com Zé Euflávio

Movimento cultural em João Pessoa defende mudança da bandeira da Paraíba

O Movimento Varadouro Cultural, que defende a mudança da bandeira da Paraíba, fará na sexta-feira (5), quando se comemora o 426º aniversário da cidade de João Pessoa, uma mobilização intitulada "Nossa Bandeira é a Cultura". O evento acontece nas casas culturais e nas ruas do Centro Histórico de João Pessoa e conta com um dia inteiro de programação que envolve exposições de arte, rodas de conversa, exibição de vídeos, Cortejo Multicultural com batuqueiros e brincantes, lançamento de livro, shows e outras intervenções artísticas.

Além de convidar a população para um dia de celebração à identidade cultural paraibana, à produção local e aos artistas da terra, as atividades visam estimular uma reflexão sobre os acontecimentos históricos que provocaram a mudança da bandeira da Paraíba em 1930.

Os integrantes do movimento entendem que a busca pelo fortalecimento da identidade cultural passa, necessariamente, pela reflexão sobre nossos símbolos, sobre nossa bandeira.



Da Redação com Evento

STF volta aos trabalhos e recurso contra posse de Cássio pode ser apreciado ainda esta semana

O Supremo Tribunal Federal voltou aos trabalhos nesta segunda-feira (1) e pode apreciar os recursos contra a posse de Cássio Cunha Lima (PSDB) ainda esta semana. O senador paraibano já teve o seu recurso provido pelo ministro Joaquim Barbosa e aguarda apenas a comunicação da decisão ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) paraibano para ser diplomado e posteriormente empossado no Senado Federal.

Outras questões, como as chamadas cotas raciais para acesso de estudantes à universidade, vão depender do trabalho do relator que estuda o assunto, assim como os questionamentos ligados a pagamentos decorrentes de planos econômicos.

Na avaliação de Peluso, o trabalho da primeira metade do ano foi produtivo. Ele evitou citar qual dos julgamentos teria sido o mais relevante. “Foram apreciadas várias demandas importantes para a sociedade", disse.

Peluso acredita que os processos ligados ao esquema de compra de votos de deputados da base aliada, o mensalão, só deverão ser apreciados no próximo ano, pois tudo depende do relatório, a cargo do ministro Joaquim Barbosa, que está de licença médica. "Trata-se de questão muito complexa", acentuou Peluzo, referindo-se à extensão do processo e ao número de réus (38). Cada um dos processos, segundo o presidente do Supremo, "levaria o tempo de uns 15 dias de sessão ininterrupta, o que mostra que vai demandar muito tempo até a resolução total".



Da Redação com políticapb

Durma bem!: Sono fragmentado prejudica a memória

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Um sono interrompido afeta a capacidade de construir memórias. As descobertas da Academia Nacional de Ciências podem ajudar a explicar os problemas de memória ligados à doenças, incluindo mal de Alzheimer e apneia do sono.

No estudo realizado com ratos, o sono analisado foi fragmentado, mas não menor ou menos intenso do que o normal. Os pesquisadores enviaram pulsos de luz diretamente no cérebro de ratos enquanto dormiam. Isso significa que eles poderiam perturbar seu sono, sem afetar o tempo total ou a qualidade de sono.

Os animais foram então colocados em uma caixa com dois objetos, um já conhecido deles. Naturalmente eles passariam mais tempo examinando o novo objeto e aqueles que tinham o sono ininterrupto fizeram exatamente isso. Mas aqueles cujo sono foi interrompido estavam igualmente interessados em ambos os objetos, sugerindo que suas memórias tinham sido afetadas.

Como o cérebro usa o sono profundo para avaliar os eventos do dia e decidir o que manter guardado, a pesquisa concluiu que perturbações no sono dificultam o reconhecimento de objetos familiares para os animais.

A continuidade do sono, segundo os pesquisadores, é um dos principais fatores afetados em várias doenças que mexem com a memória, incluindo o Alzheimer e outros déficits cognitivos relacionados com a idade. O sono interrompido também afeta as pessoas viciadas em álcool e aquelas com apneia do sono – uma condição na qual a garganta estreita ou fecha repetidamente durante o sono, restringindo o oxigênio e fazendo com que o doente acorde.

E apesar de não haver evidências de um nexo de causalidade entre a interrupção do sono e qualquer uma dessas doenças, uma quantidade mínima de sono ininterrupto é crucial para a consolidação da memória.



Da Redação com BBC

Assédio moral atinge 66% dos bancários no Brasil


Cinco caixas de antidepressivos por mês e uma tentativa de suicídio. Essa é a realidade do supervisor Wagner Araújo, 33, há dois anos, depois de sofrer ataque nervoso no banco em que trabalha. Desde 2009, ele está afastado pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Além da pressão por metas, Araújo conta que era chamado de Gardenal (remédio psiquiátrico) por colegas. "Os chefes gritavam comigo, e eu perdia o controle emocional."
Na capital paulista e em Osasco, 42% dos bancários dizem ter sido vítimas de assédio moral, indica pesquisa do sindicato da categoria com 818 profissionais, obtida com exclusividade pela Folha.

Em nível nacional, o problema atinge 66% dos bancários, segundo consulta a 27.644 trabalhadores feita em 2011 pela Contraf (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro).

"As principais queixas são cobrança abusiva, humilhação e falta de reconhecimento", lista Juvandia Moreira, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo. A entidade fechou parceria com bancos no início do ano para criar canal de denúncias de assédio moral.

Segundo Magnus Apostólico, diretor da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), as queixas recebidas serão utilizadas para "melhorar as relações de trabalho".

No TRT-SP (Tribunal Regional do Trabalho), o total de ações por assédio caiu 3,6% no primeiro semestre de 2011, em relação ao mesmo período de 2010. Uma razão é a capacitação de gestores. Até junho, 22.739 processos tramitavam em primeira instância.

HUMILHAÇÃO

Receber medalhas na festa de confraternização da empresa é, na maioria das vezes, motivo de orgulho. Para Vivian Nascimento, 27, o prêmio significou o contrário.

Nova em uma multinacional do setor de informática, a analista de suporte foi classificada pelos colegas como uma das piores funcionárias do departamento. Tudo com o aval dos chefes diretos.

Na festa de fim de ano de 2008 -na qual não foi porque estava de plantão-, recorda ela, foi organizada cerimônia com entrega de faixas e medalhas aos primeiros colocados em cada categoria.

"Fui nomeada uma das funcionárias mais desesperadas, perdidas e sem noção da equipe", conta ela. Nascimento foi demitida dois anos depois da "premiação", em um corte de funcionários, e entrou com processo contra a empresa por assédio moral.

Com a chegada da geração Y (nascidos entre 1978 e 2000) nas empresas e a maior competitividade entre companhias, casos como o de Nascimento são cada vez mais comuns, apontam especialistas.

"Os jovens são intolerantes em relação a problemas no trabalho", argumenta Roberto Heloani, professor de psicologia do trabalho da Fundação Getulio Vargas. "Além disso, são cada vez mais cobrados por resultados."

A luta contra o tempo, afirma o professor, é um dos fatores responsáveis pelo assédio moral do chefe com seus funcionários. "Como muitos [desses gestores] são jovens, o assédio vem de formas diferentes, como brincadeiras ofensivas e boicote de trabalho [o empregado é excluído de projetos, por exemplo]."

Ser humilhado pelo chefe, no entanto, não é situação exclusiva no escopo do assédio moral no trabalho, destaca o advogado trabalhista Alexandre Lindoso. "Hoje os próprios colegas são responsáveis pela humilhação."

O motivo, explica, é o aquecimento do mercado, que aumenta a empregabilidade, mas incentiva o "espírito competitivo dos profissionais". Casos de assédio moral horizontal -quando o agressor não é chefe da vítima- já são reconhecidos pela Justiça. "Se o problema ocorreu embaixo do guarda-chuva da empresa, ela é a responsável", esclarece Lindoso.

Terezinha Rodrigues, 53, foi alvo dos dois tipos de assédio moral: foi humilhada por superiores e colegas. Contratada para atuar como auxiliar de codificação em um órgão público -como comissionada-, foi obrigada a trabalhar com malote e como auxiliar de portaria.

"Os funcionários falavam que iam me dar um par de patins para eu trabalhar mais rápido", diz. Em 2010, após 30 anos na empresa, foi demitida e entrou com processo na Justiça.



Da Redação com ig

MP estoura 'farra' com verbas de gabinete na Câmara de Bayeux e denuncia vereadores por corrupção

Gegê e o ex-presidente da Câmara, Fofinho

Nino do PTe e Roni Alencar, atual presidente da Câmara. Os quatro citados em processo que listou outros seis vereadores de Bayeux

Praticamente toda a Câmara Municipal de Bayeux está sob suspeita de manter um verdadeiro esquema de desvio de recursos públicos. É o que revela investigação apontada pelo Ministério Público do Estado, por meio da Comissão de Combate à Improbidade Administrativa na Paraíba, e repassada para promotoria da Defesa do Patrimônio Público em Bayeux.

Protocolada na 2ª Vara da Justiça, em Bayeux, no dia 18 de maio de 2011, a notícia crime envolve os dez vereadores da Câmara, incluindo o atual presidente, vereador Roni, e ainda vereadores considerados os paladinos da moralidade como Nino do PT e o vereador Jerônimo Gomes de Figueiredo, o Gegê.

Junto com outros sete vereadores, oposicionistas e situacionistas são acusados de contratar assessores fantasmas e ainda de se apropriar criminalmente dos salários dos funcionários.

Há casos, de acordo com a denúncia, em que os próprios vereadores ficam de posse dos cartões e senhas das contas dos assessores fantasmas, onde mensalmente retiram e usufruem totalmente e indevidamente dos seus salários, a exemplo do atual presidente da Casa.

Sem dar expediente na Câmara, a maioria recebe um salário de R$ 1,2 mil, mas fica apenas com 200 reais pra repassar R$ 1 mil ao vereador. As folhas são assinadas de próprio punho pelo contador da Câmara. Ao todo, as despesas com salários dos gabinetes dos vereadores chegam a quase R$ 80 mil por mês.

A Câmara recebe pouco mais de R$ 200 mil de repasse do Poder Executivo para funcionar regularmente, o que supõe legislar em favor do povo de Bayeux, defender as causas populares e fiscalizar desmandos administrativos. E não cometê-los.

Para o promotor Carlos Romero Lauria Paulo Neto, membro da Comissão de Combate à Improbidade, as informações “reportam fatos e condutas de suposto alcance criminal”. Ele repassou o caso para a Promotoria de Bayeux por entender que os vereadores e servidores da Câmara não possuem foro privilegiado e devem ser julgados em primeira instância.

Vereadores já foram notificados

No dia 7 de junho, o promotor da Comarca de Bayeux, Jonas Abrantes Gadelha, mandou notificar todos os dez vereadores para que apresentassem, no prazo de 15 dias, esclarecimentos sobre a denúncia que consta no processo de número 075.2011.003.328-1, facilmente encontrado em qualquer consulta processual na página do Tribunal de Justiça na Internet.

Foram denunciados os vereadores Misael Martinho (Fofinho), ex-presidente da Câmara, Maria das Neves (Dedeta), Magno da Costa Gonçalo, Jerônimo Gomes de Figueiredo (Gegê), Roni Peterso, Célia Domiciano, Severino dos Ramos (Raminho do Calçamento) José João do Nascimento (Nino do PT), José Eraldo Barbosa (Lico) e Coriolando Felix.

Acuado por CPI, Fofinho aumentou verbas de gabinete

De acordo com a denúncia apurada pelo Ministério Público, a farra na Câmara de Bayeux ficou ainda mais “lucrativa” quando da CPI aberta em março de 2010 para investigar o então presidente da Casa, vereador Fofinho, acusado de manter dois filhos inscritos no Bolsa Família.

Até a abertura da CPI, todos os vereadores tinham uma verba mensal de R$ 5,2 mil. Justamente após sua instalação, eles foram presenteados pelo presidente Fofinho com reajustes nas receitas dos gabinetes. O vereador Roni, hoje atual presidente, viu sua verba pular para R$ 8 mil, igual ao que aconteceu com o vereador Gegê. Já o vereador Lico registrou um acréscimo de R$ 5 mil passando a ter direito a R$ 10,3 mil por mês para gastar com assessores.

Coincidência ou não, os três assinaram a CPI contra Fofinho.

O mais curioso é que as verbas voltaram ao valor normal em outubro de 2010, logo após o arquivamento da CPI contra Fofinho, conforme documentos anexados no processo.

De fato, a Câmara de Bayeux, que discute a criação de uma CPI do Lixo para investigar a prefeitura, tem muito o que limpar.



Da Redação com paraíba.com

Greve no IFPB de JP e CG deixa 9 mil alunos sem aula a partir de hoje

Cerca de 9 mil estudantes ficam sem aula a partir desta segunda-feira (1º) no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB) por conta da greve, por tempo indeterminado, dos servidores da instituição. Até o momento os campi de João Pessoa e Campina Grande já aderiram ao movimento.

A expectativa de Arlindo Franco Alves, coordenador do Sindicato dos Trabalhadores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica da Paraíba (Sintesf-PB), é que os outros sete campi (Cabedelo, Cajazeiras, Picuí, Patos, Sousa, Monteiro e Princesa Isabel) também ingressem no movimento e pelo menos doze mil alunos fiquem sem aula.

A categoria reivindica reposição de perdas salariais, melhorias nas condições de trabalho e equiparação do subsídio do vale-alimentação com outras categorias. O Diretório Central dos Estudantes (DCE) convocou os alunos para juntos dizerem não contra o movimento.

Na quarta-feira (27), os servidores de João Pessoa decidiram pelo movimento grevista na Capital. Já na quinta-feira (28), foi a vez dos servidores de Campina Grande votarem, durante assebleia, pela paralisação por tempo indeterminado das atividades.

Alves explicou que os servidores não estão pedindo reajuste salarial, mas respeito do Governo com a educação e melhores condições de trabalho. “Entre outras coisas nós queremos a restruturação da carreira docente e a equiparação do vale alimentação com os demais poderes (o Judiciário, por exemplo, recebe R$ 800 em vale alimentação enquanto nós recebemos R$ 304)”. O coordenador disse ainda que a categoria quer mostrar sua indignação com a PLP 549/2009, que visa congelar o salário dos servidores federais por dez anos.



Da Redação com Inaê Teles

Saúde: Rotina alimentar pode levar à perda de peso - Confira!

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O caminho para a perda de peso bem sucedida pode ser o tédio culinário. Os pesquisadores descobriram que quando eram oferecidos às pessoas os mesmos alimentos várias e várias vezes, elas tendiam a comer menos.

O estudo sugere também que o nível sem precedentes de variedade na dieta americana pode ser um dos principais contribuintes para a epidemia de obesidade, e confirma que a redução de escolhas pode ser uma estratégia útil para perda de peso.

A Sociedade Americana de Nutrição diz que a variedade é ainda boa para quem está de dieta – mas quando se trata de alimentos saudáveis.

As pessoas não engordam de comer uma variedade de frutas e legumes. Porém quando se tem a oportunidade de variar os alimentos com um alto teor de gordura e com poucos nutrientes, aí é que reside o problema.

Já quando as pessoas se habituam aos alimentos ao comê-los várias vezes, tal habituação diminui a nossa resposta a um estímulo. A monotonia da refeição poderia ajudar as pessoas a perderem peso.

O estudo recém-publicado envolveu 32 mulheres que tiveram a opção de comer um apetitoso macarrão com queijo enquanto completavam uma tarefa de meia hora no computador.

Metade das mulheres participaram de cinco sessões como essa, em cinco dias, enquanto a outra metade participou de uma sessão por semana durante cinco semanas.

As mulheres que tinham a oportunidade de comer a macarronada todos os dias consumiram, em média, 100 calorias a menos por dia, até o final da semana. Aquelas que comiam uma vez por semana comeram 30 calorias a mais por dia durante o estudo.

Para os pesquisadores, o hábito gera uma série de processos psicológicos que podem afetar o peso.

Vício de comer?

Um outro estudo com ratos revelou que a exposição repetida a alimentos ricos em açúcar e com alto teor de gordura muda a química do cérebro dos animas, de forma semelhante à forma como reage na dependência de drogas.

Quando os alimentos mais apetitosos eram removidos da dieta, os animais apresentavam os mesmos sinais que seriam vistos caso eles fossem viciado em morfina.

Está se tornando claro que as novas terapias para comer menos podem acabar sendo os mesmos tratamentos estabelecidos contra o vício de drogas.



Da Redação com WebMD

Loira causa o acidente de carro mais caro da história

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Agora é a hora que as pessoas comentam: “tinha que ser loira”. Infelizmente para as oxigenadas, foi mesmo uma loira que causou o acidente de carro mais caro do mundo, quando conseguiu a façanha de colidir seu Bentley com uma Mercedes, uma Ferrari, um Porsche e um Aston Martin em Mônaco.

Mônaco é um principado situado ao sul da França. Centenas de turistas assistiram em estado de choque a loira infeliz bater seu Bentley Azure de 637 mil reais perto de “Place du Casino”.

O motorista de uma Mercedes branca classe S que vale cerca de 191 mil reais foi a primeira vítima do Bentley de 2,7 toneladas, que raspou sua lateral antes de cair em cima de uma Ferrari preta F430 de 357 mil reais.

Um Aston Martin Rapide no valor de 360 mil reais e um Porsche 911 de 205 mil reais também sofreram danos frontais depois de terem sido envolvidos no incidente bizarro.

A motorista loira e seus dois passageiros ainda sofreram a humilhação de ver centenas de turistas circulando a cena, já que foram incapazes de abrir as portas do conversível britânico.

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Estima-se que o acidente vai custar mais de 100 mil reais, já que a Ferrari, o Porsche e o Aston Martin exigem novas frentes e para-choques, enquanto que o Bentley precisa de reparos e de uma nova porta.

Lembre-se de nunca bater seu carro perto do Place du Casino no meio do verão de Mônaco.



Da Redação com SWNS

Curiosidade: Por que babamos enquanto dormimos? Leia e descubra!

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Não é nada agradável acordar com o travesseiro todo molhado de saliva. Poucas pessoas assumem que tem esse pequeno problema, todas as noites. Mas caso você tenha um “amigo” que babe durante o sono, conheça as principais razões pelas quais isso acontece, e o que fazer para parar com isso.

Quando dormimos, nossos músculos relaxam. Com a isso, a boca tende a ficar aberta, e se você estiver deitado de lado a saliva vai vazar. Problemas como sinusite ou alergias, que fazem a pessoa ter tendências a respirar pela boca, aumentam as chances dela babar durante o sono.

Para deixar de acordar encharcado pela própria saliva, uma boa dica é dormir de costas. Se o problema for a dificuldade de respirar pelo nariz, vale consultar um médico para buscar uma solução. Afinal, só quem baba durante a noite sabe o quão embaraçoso isso pode ser. Mas com mudanças simples de hábito, é possível combater o problema.



Da Redação com MSN

Drogas na PB: Crack provoca morte de 45 jovens em Campina Grande

Uma droga que possui alto poder de destruir a vida das pessoas, difícil de ser combatida e que está cada vez mais presente entre jovens. O crack tem se espalhado por periferias das grandes cidades paraibanas e invadido pequenos municípios, criando um ‘ciclo da morte’ entre adolescentes e jovens com idade entre 13 e 25 anos. Em Campina Grande, o envolvimento com a droga já provocou este ano a morte de pelo menos 45 deles, segundo a polícia, e a maior parte dos crimes são marcados por mistérios. Este ano, até a última quinta-feira, o município já havia registrado 96 assassinatos; o que indica que 46,8% deles tiveram como vítimas jovens nessa faixa etária.

O dia 4 deste mês não vai sair das lembranças da família da aposentada Maria Severina da Conceição Lira, de 65 anos. Avó do ajudante Leonardo Barbosa de Lira, de 20 anos, foi avisada por vizinhos que o neto havia sido executado com 11 tiros de pistola, enquanto passava pela rua Major Angelina Xavier, no bairro do Pedregal. Na casa da família, localizada na mesma comunidade, o medo pode ser percebido nas portas e no olhar dos familiares da vítima.

“Ele morava comigo e fui eu quem tinha criado desde que ele nasceu. Comigo nunca fez nada, sempre me ajudou nas contas de casa e procurava fazer um ‘bico’ aqui e acolá. Mas ele não conversava nada em casa sobre inimizades. Quando mataram ele eu tive uma surpresa. De uma hora pra outra chegaram aqui dizendo e foi um sofrimento muito grande”, conta Maria Severina Barbosa.

Apesar do inquérito que investiga a morte do jovem estar carente de informações que possam levar a polícia aos autores do crime, as suspeitas são de que Leonardo Barbosa tenha sido vítima de um acerto de contas, motivado supostamente por uma disputa pelo comando do tráfico de drogas na comunidade. De acordo com a polícia, em alguns casos as vítimas nem sequer são traficantes ou viciadas em entorpecentes, mas acabam sendo mortas por ‘queima de arquivo’ ou por aparentarem ser ameaças aos traficantes.

“Eu nem sei quem matou nem quero saber. Ele já está com Deus e a gente não vai mais atrás dessa história”, afirma a avó de Leonardo Barbosa, acrescentando que os familiares sequer procuraram a Delegacia de Homicídios para buscar informações e verificar o andamento das investigações. “Nós vamos entregar tudo a Deus”, finaliza a aposentada Maria Severina Barbosa.

No dia do crime, o jovem ainda tentou fugir dos assassinos, mas a dupla armada invadiu uma residência para onde o jovem havia procurado abrigo e disparou várias vezes, atingindo o jovem nas costas e na cabeça. Apesar da morte ter ocorrido às 19h15 e várias pessoas terem presenciado a execução, os moradores preferiram não procurar a polícia para denunciar o caso.

“Um grande problema que nós enfrentamos, principalmente nos casos de crimes motivados por droga, é que ninguém quer colaborar. E para que nós possamos desenvolver um bom trabalho e chegarmos aos autores é necessária a ajuda da comunidade, dos familiares e de pessoas próximas. É que as informações que nos são repassadas, mesmo aquelas de forma anônima, acabam sendo fundamentais para a elucidação das mortes”, observou a delegada de Homicídios de Campina Grande, Cassandra Duarte.

Promotor defende a instalação de comitê

Uma das alternativas de tentar combater e minimizar os prejuízos provocados pelo crack seria a criação de um comitê multidisciplinar para discutir o assunto no município. A proposta é do promotor da Infância e da Juventude de Campina Grande, Herbert Targino, que defende o envolvimento de todas as esferas públicas contra a expansão da droga.

“Nós hoje vivemos uma realidade muito preocupante, sobretudo quando se trata da participação de jovens, sejam eles ainda menores ou já no início da idade adulta, com o vício. A gente percebe que são vários os fatores que contribuem para a proliferação do problema e até agora não se conseguiu encontrar uma solução para a questão”, discorreu Herbert Targino, acrescentando que as ações policiais e o aparato de repressão não são suficientes para controlar o avanço do entorpecente.




Da Redação com Jornal da Paraíba

Falta médico nefrologista na Paraíba; Estado tem apenas 26 profissionais

O atendimento aos pacientes renais enfrenta problemas na Paraíba: faltam nefrologistas, unidades de terapia renal substitutiva (hemodiálise e diálise peritonial), culminando com um diagnóstico tardio e óbitos precoces. Para se ter uma ideia, enquanto o Brasil tem uma média, ainda deficitária, de um profissional para cada grupo de 61.785 habitantes, o Estado apresenta uma proporção mais que duas vezes pior, tendo um profissional para 144.878 paraibanos.

Os dados foram revelados pelo Censo Brasileiro de Diálise, realizado em 2010 pela Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), que apontou que a Paraíba conta com apenas 26 nefrologistas para atender um público de pacientes renais crescente. Embora o Ministério da Saúde (MS) não disponha do número de doentes renais por Estado, somente em João Pessoa, conforme o diretor de regulação da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Alessandro de Souza, há 464 usuários em terapia renal substitutiva nos serviços conveniados do Sistema Único de Saúde (SUS).

A reportagem também buscou os números com a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde (SES), que informou que eles deveriam ser solicitados à Secretaria de Comunicação (Secom). A diretoria de jornalismo da Secom, por sua vez, informou que iria verificar se a SES possui os dados, mas, até o fechamento desta edição, e após vários telefonemas, não deu retorno quanto à demanda.

Ainda conforme o estudo da SBN, a proporção de nefrologistas na Paraíba também está bem abaixo do percentual nordestino, que é de um especialista para cada grupo de 97.758 moradores. Como consequência de tudo isso aparece a dificuldade dos pacientes, sobretudo aqueles que utilizam o SUS, em conseguir atendimento especializado e ter um diagnóstico preciso e precoce. Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), Daniel Rinaldi, a maioria passa pela rede de atenção básica (Unidades de Saúde da Família) e a secundária (ambulatórios de especialidades) sem um diagnóstico.

“Aí o paciente renal acaba entrando na porta de emergência dos hospitais já com a disfunção renal e precisando de hemodiálise”, afirmou o especialista, comentando que dos mais de 92 mil pacientes em hemodiálise, atualmente, no país, 80% não tiveram acesso ao tratamento com o nefrologista. Além disso, Daniel enfatizou que ao longo dos anos o número de pacientes renais crônicos tem diminuído porque eles têm falecido antes mesmo de entrar na diálise.

Somente em 2009, segundo dados mais recentes disponibilizados pelo Ministério da Saúde (MS), 267 pessoas morreram por complicações renais, na Paraíba. Em 2005 havia sido 256 óbitos. Um crescimento que pode ser considerado pequeno (4,1%), mas que é preocupante levando em conta que com o tratamento adequado o paciente renal pode ter longevidade. Conforme os números da SBN, em nível nacional, nos últimos dez anos houve um crescimento de 38% na taxa de mortalidade dos renais. Nesse período foram registrados 16,5 mil óbitos.

“Muitos amigos meus faleceram porque consultavam-se com o médico, e não só do SUS, e ele dizia que era problema de coluna, de coração, ou qualquer outro, enquanto o diagnóstico era a insuficiência renal. Inclusive essas pessoas foram tratadas para ‘curar’ esses outros problemas, ao invés do real”, afirmou Antônio Heliton, presidente da Associação dos Renais Crônicos e Transplantados e Doadores da Paraíba (Renais-PB).

Ainda segundo o presidente da SBN, Daniel Rinaldi, o diagnóstico da disfunção renal é simples, basta o exame de creatitina (realizado no sangue e na urina), que está disponível na rede pública. É recomendado que todas as pessoas realizem o teste anualmente, sobretudo aquelas que têm predisposição genética para desenvolver problemas renais, ou quem apresenta algum dos fatores de risco, como diabetes, hipertensão, histórico de ingestão de álcool e prática de tabagismo.

Daniel enfatiza, ainda, que os problemas renais não apresentam muitos sintomas – mais um dos contribuintes para o diagnóstico tardio. Quando eles aparecem podem ser: mal-estar geral, anemia, inchaço, pressão alta constantemente, ou seja, sinais inespecíficos. Dos mais de 5.500 municípios brasileiros, apenas cerca de 350 têm nefrologista, conforme a SBN.



Da Redação com Jornal da Paraíba

Viciado em videogame morre por jogar até 12h seguidas

O britânico Chris Staniforth, de 20 anos, morreu com coágulos no sangue depois de ficar jogando Xbox por 12 horas a cada sessão. O jovem sofreu um bloqueio pulmonar quando desenvolveu uma trombose venosa profunda.

Seu pai David, 50, declarou ao jornal The Sun: "como pai, você acha que jogar videogame não pode fazer mal algum aos seus filhos, porque você sabe o que eles estão fazendo. Crianças de todo o país estão jogando esses games por longos períodos e não percebem que isso pode matá-los".

Tudo começou quando Chris estava em uma entrevista de emprego e contou a um amigo que estava sentido dores no tórax. Ele disse que acordou no meio da noite com uma "sensação estranha" no peito e uma frequência cardíaca incrivelmente baixa, embora tenha voltado ao normal depois.

David conta que logo depois da entrevista, começou a sofrer novamente: "ele deixou cair um pacote de goma de mascar e quando foi pegá-la, caiu para trás e começou a sofrer espasmos". Seu amigo chamou uma ambulância, mas os paramédicos não conseguiram salvá-lo.

Na última sexta-feira (29), um médico legista confirmou TVP (trombose venosa profunda) como a causa da morte, apesar de Chris ter apenas 20 anos de idade, não possuir um histórico de doença e nem complicações médicas. TVP é um coágulo no sangue que se desenvolve em uma das veias profundas no corpo que ocorre geralmente na perna ou inferior do tronco. TVP geralmente está associada a longos períodos de inatividade, como sentar em um voo de longa distância.

Seu pai contou que Chris sentava-se entretido por horas em cada jogo: "Chris viveu por seu Xbox. Quando ele ganhava um jogo poderia jogá-lo por horas e horas a fio, às vezes 12 horas sem parar".

Ele tinha a esperança de ter uma carreira em computadores e foi oferecido um lugar para estudar Game Design da Universidade de Leicester.

Para evitar que outros pais sofram o mesmo que ele, David lançou uma campanha de sensibilização sobre TVP e jogos de computador. Ele admite que são viciantes e divertidos, mas destaca os perigos que podem surgir com esta ação compulsiva.

David não culpa a Microsoft, fabricante do Xbox, simplesmente não quer que outro filho morra por jogar videogame por horas. A Microsoft recomenda que os jogadores deem um tempo para pausas e exercícios e que tenham outras atividades.



Da Redação com Tech Tudo

Direitos Humanos recebe cerca de mil denúncias por mês na Paraíba

O caso de uma mulher que não teve acesso ao sanitário do Banco do Brasil, no Varadouro, em João Pessoa, e por isso fez as necessidades fisiológicas na roupa dentro da agência bancária e, devido ao constrangimento, menstruou, está entre as milhares de queixas que todos os dias chegam ao conhecimento do Centro de Defesa dos Direitos Humanos, em João Pessoa e que é ligado a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República. “Quando nós chegamos ao local a cena era triste: a mulher estava suja de sangue, com fezes e urina na frente de todo mundo”, narrou o presidente do centro Alex Sandro Lopes de Almeida. Por causa disso, a instituição financeira foi obrigada a pagar R$ 6 mil e a gerente foi processada.

Com 21 agentes e cinco delegados que trabalham de forma voluntária e sem qualquer remuneração o órgão atua em vários segmentos sempre trabalhando em conjunto com o Ministério Público, Polícias Civil e Militar, Ordem dos Advogados do Brasil, secção Paraíba (OAB-PB), Procon e várias outras entidades na fiscalização e repressão ao mais variados tipos de delitos e irregularidades, onde a principal vítima é o cidadão.

Alex Sandro Lopes de Almeida, explica que o órgão recebe denúncias sobre mau atendimento nas agências bancárias, principalmente com relação às filas, irregularidades em estabelecimentos comerciais, abrigos de idosos, casos de prostituição infantil, de pedofilia,de violência física enfim tudo que se enquadrar como violação dos direitos humanos. Ele disse que os locais de fiscalização são decididos durante reunião entre os agentes e delegados.

Sobre os casos de violência sexual, Alex Sandro disse que o órgão desenvolve uma campanha com o título “ Todos contra a Prostituição Infantil”, onde os agentes e os delegados vão até a orla marítima da Capital a procura casos de prostituição infantil. Também são fiscalizados casas de shows, bares e similares, para evitar a venda de bebidas alcoólicas a menores com também o uso de drogas.

Alex Sandro disse ainda que o Centro acompanha casos de violência no trânsito como o ocorrido há cerca de 15 dias na Avenida Epitácio que deixou um saldo de duas pessoas mortas, entre elas, a filha do policial federal Deusimar Wanderley Guedes. Por causa desse acidente, o órgão já pensa em fazer uma parceria com Detran e a Cptran para fiscalizar os motoristas que dirigem embriagados.

Outra ação programada pelo Centro de Defesa dos Direitos Humanos será uma fiscalização em parceria com a Polícia Rodoviária Federal, (PRF) com o objetivo de identificar e coibir os casos de prostituição infantil nos postos de combustíveis. “Nós também acompanhamos o caso do tenente Antônio que foi baleado numa troca de tiros no Alto do Mateus e ficamos surpresos quando o militar disse que aquela teria sido a primeira vez em que viu um órgão de defesa dos direitos humanos defender a polícia”, relembrou o presidente.

Entre as inúmeras denúncias que todos os dias chegam ao conhecimento do Centro outra que chamou atenção foi de uma pessoa portadora do vírus HIV que teve a aposentadoria negada pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) e o caso está sendo acompanhado agora pela assessoria jurídica do Centro.

Ressocialização - O Centro de Defesa dos Direitos Humanos também atua em projetos de ressocialização dos apenados. Em parceria com a Gráfica Santa Marta, os detentos dos presídios PB-I e PB-II, em João Pessoa, estão realizando um trabalho artesanal com a confecção de caixas de papelão e capas para livros. Pelo trabalho, os familiares deles recebem mensalmente cerca de R$ 500,00 e a cada três dias trabalhados eles têm a redução de um dia na pena.

No presídio Geraldo Beltrão, uma parceria entre o Centro uma loja de brinquedos possibilitou a implantação de uma brinquedoteca para os filhos dos apenados.

Serviço - Para qualquer denúncia ou reclamação, a pessoa deve ligar para os números: 8640-5102 ou 9964-9075 ou mandar um e-mail para: delegadochefealex@hotmail.com. Para conhecer um pouco mais sobre o centro é só acessar o Orkut: Centrodedefesadosdireitoshumanospb@hotmail.com



Da Redação com Paulo Cosme

Depois de 20 anos, a LOTEP sorteia bilhete estadual e dá R$ 26 mil em dinheiro

Ontem à noite, a Loteria do Estado da Paraíba fez aquilo que mais deveria fazer na vida, mas tinha deixado há vinte anos: sorteou prêmios. Depois de vinte anos sem a atividade, a LOTEP realizou o sorteio do bilhete estadual. O vencedor do prêmio principal, dono do bilhete 45702, vai pegar um prêmio de R$ 26 mil e ainda uma moto Honda Zero Quilômetro. Foram sorteados ainda prêmios extras para Mari, Sapé e Bayeux, a exemplo de tv’s LCD. Os premiados tem 90 dias para pegar os prêmios na LOTEP.

O bilhete do mês de agosto já está à venda e promete um prêmio de R$ 40 mil. O Superintendente da Loteria, Fabio Carneiro, disse que, apesar de ter encontrado a loteria praticamente sem finalidade, com muitas dificuldades, faturamento que não dava para pagar seu custeio, está construindo um novo cenário para o segmento de jogos na Paraíba.

Boa sorte, então.



Da Redação com Luís Tôrres

Alinne Moraes diz que sofre ao gravar cenas de sexo; Confira entrevista com a 'Lili' do 'Astro'

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Ex-modelo e atriz com carreira consolidada, Alinne Moraes, 28, como se preparou para viver Lili, a encantadora personagem de "O Astro", a novela das 23h da Globo.

Lili está em um momento crucial: o empresário Salomão Hayalla (Daniel Filho) acaba de descobrir que a caixa do seu supermercado --por quem está apaixonado-- caiu de amores pelo próprio filho dele, Márcio (Thiago Fragoso).

Nas cenas do próximo capítulo, Lili vai ser demitida do supermercado de Salomão e se tornará taxista.

Leia a seguir a íntegra da entrevista exclusiva com Alinne Moraes, que recebeu a reportagem do F5 em um atribulado dia de gravações no Projac:

F5 - Seu nome mesmo é com um ene apenas. Quando você colocou dois enes?

Alinne Moraes - Dois enes eu acabei colocando com 17 para 18 anos, eu tinha feito apenas uma novela e foi uma brincadeira. Eu tinha feito uma capa da revista "Capricho" para falar um pouco da personagem e aí comentei na entrevista que havia consultado uma numeróloga, que era amiga de uma colega, e ela havia dito que se eu acrescentasse um ene minha vida ia mudar e só iam acontecer coisas positivas. Eles colocaram na revista "Alinne, agora com dois enes". Eu acabei assumindo também porque eu era nova e não ia fazer muita diferença. Eu trabalhei como modelo com um ene e sempre trabalhei bastante. Foi mais uma brincadeira. Continuei com essa brincadeira porque eu não tenho tatuagem, mas eu costumo dizer que na vida as coisas que vão acontecendo vão tatuando a nossa vida.

Mas você é ligada nesse tipo de coisa?

Com 17 para 18 anos você é muito mais curiosa. Já fui muito mais. Já fiz mapa astral, já consultei taróloga... Mas eu vejo muito mais como autoconhecimento do que como premonição. Hoje em dia, não é que eu não creio --eu não costumo afirmar nada--, mas eu sou menos curiosa e sigo muito mais o meu coração. Se está tudo certo hoje, é porque eu estou no caminho certo. E gosto muito das surpresas que acontecem. Não tenho muitas dúvidas para tirar.

Tem-se falado que você está vivendo a sua primeira suburbana. Isso muda alguma coisa para você?

É a primeira numa obra longa. A Rosana, de "Coração de Estudante", foi um pouquinho mais próximo, que era mais batalhadora, uma mãe solteira que estava trabalhando e vivendo numa república. Fiz "As Cariocas" também, que era o episódio do Catete, e "Amor em 4 Atos", em que eu era uma prostituta da rua Augusta. Sem querer, eu fui pisando um pouquinho nesse universo e acho que no próprio texto já fica muito explícito, no histórico dela de família. Não precisei pesquisar muito, mesmo porque eu sou de Sorocaba, no interior de São Paulo, então acabo encontrando muito das coisas de bairro, sabe? Churrasquinho de rua, cadeira na frente da rua vendo a galera jogar vôlei, amarelinha, pedindo açúcar para a vizinha. Logo que eu cheguei no Rio eu morei seis meses no Méier também. Então dá para relembrar um pouquinho do que eu já vivi e emprestar para a Lili.

Então era um pouco do seu universo antes da fama?

Um pouquinho. Eu morava em um condomínio de apartamentos, meio que todo mundo era uma grande família. Eu estava sempre no meio da rua, minha avó gritava para eu entrar. Era um universo muito mais próximo da Lili do que a minha realidade atual. Minha mãe é mãe solteira, então saia para trabalhar, estudava à noite e chegava à meia-noite, então fui criada pela minha avó.

E essa história de Angelina Jolie da Penha?

As personagens costumam chamar a Lili de Angelina Jolie da Penha. Eu ri para caramba da cena. Tem a ver com a Lili, talvez. Acho que essa coisa do cabelo mais solto, a gente não quis ligar muito nas roupas mais coloridas, demos uma fechadas nas roupas dela, então é calça jeans, blusinha mais escura, uma coisa mais forte, uma boca mais forte em evidência. A gente tentou mesmo fazer uma Angelina Jolie da Penha.

Você acha que a sua boca tem a ver com a dela?

Acho que sim, um pouco.

A Lili está se envolvendo com o Salomão (Daniel Filho) e vai se envolver com o Márcio (Thiago Fragoso). Qual vai ser a diferença entre esses dois relacionamentos?

Com o Salomão, como ela não teve uma figura paterna muito presente, nem um irmão --a única presença masculina que ela teve foi o Neco (Humberto Martins)--, ela se sente muito desprotegida, sem carinho, ela não entende mesmo esse afeto, não consegue separar muito o que é o amor de um homem ou de um pai. Ela sai de toda aquela bagunça que é a casa dela, é colocada para fora de casa e do trabalho, então ela vê no Salomão um porto-seguro. Ela não assume de fato nada com o Salomão, mas é presença constante com ele porque ela se sente bem, se sente protegida, ela vê que ele é uma pessoa inteligente, culta, que faz ela rir. Ele é leve com ela. Não tem porque nesse momento de vazio em que ambos precisam de colo, eles não se encontrarem para dividir essa coisa mais fraternal. Agora, com o Márcio é paixão, é amor à primeira vista, é ligação, é uma coisa muito mais calorosa, uma relação de homem-mulher mesmo. Acho que pela primeira vez ela vai conhecer uma relação decente.

É mais uma personagem polêmica para a sua lista...

São várias coisas que vão acontecendo na vida dela e que vão pegando ela de sopetão. Cenas de meia página que você acha que vão ser uma passagem, você tem que reavaliar, porque nunca é uma passagem. São cenas muitas importantes. É uma mocinha que tem humor, mas é muito forte, ela dá a cara a tapa, ela se emociona, mas mais com raiva, principalmente quando duvidam da verdade dela, ela não tem muita piedade, é uma sobrevivente.

Como Lili, você passou por várias atividades. Era manicure, passou pelo caixa de supermercado e vai ser taxista. Teve alguma preparação para isso?

Como no salão ela fazia um pouco de tudo, máscara, escova, mão, pé, e a passagem da personagem pelo salão é muito rápida e eu já trabalhei com moda desde os 12 anos --onde querendo ou não você coloca a mão na massa--, eu deixei por conta do que a própria vida me ensinou. Eu mesmo faço a minha unha. Como caixa, também não precisei fazer laboratório porque a própria personagem na primeira cena está toda atrapalhada. A minha inexperiência ia ajudar a personagem nesse momento. Como taxista, eu acho que depois que eu já entendi a personalidade da personagem ficou mais fácil, deixar a história se desenrolar por si só. Essas cenas que vão vir agora estão sendo mais fáceis porque é a personalidade dela, ela com os passageiros. E eu amo dirigir, não largo mão do meu carro desde que tirei carteira. Vou para Sorocaba sempre dirigindo, seis horas e meia, sete horas de viagem. Adoro, o que facilita.

Você assistiu à primeira versão de "O Astro"?

Não assisti. Assisti a algumas cenas que eu pesquei, mas muito pouco. Como a novela é atual e mudou muita coisa, eu preferi deixar as coisas se desenrolarem, conhecer a história com a minha verdade e criar a minha Lili, do meu jeito, sem muitas influências.

Está preparada para as cenas de nudez?

São cenas muito mais delicadas, onde todo muito tem muito cuidado, deixam o mínimo de pessoas na sala, é muito conversado antes, é muito técnica, é muito um balé, para expor o mínimo possível do ator. É uma cena de muita exposição. A gente se sente meio estranho na cena. Então, tem que ser o mais cuidada possível, o mais conversada possível, o mais coreografado possível, porque a gente trabalha muito com a câmera, até para esconder adesivo, tapa-sexo e tudo mais. Aí tem o computador e dá uma ajudinha. A gente tenta chegar o mais próximo do real possível. São cenas mais delicadas, eu costumo sofrer um pouquinho.

Mas tem problema de fazer?

Não tenho problema de fazer, mas sempre acho que são mais delicadas.

No período em que foi modelo, passou por muitos perrengues no exterior?

Éramos eu, a minha mãe e a minha avó. A minha mãe não estava mais estudando, mas era funcionária pública. Quando eu fui para São Paulo para a primeira agência, eles pagaram o primeiro book e eu fiquei devendo. Meu primeiro trabalho foi uma campanha da Ellus, o segundo já foi uma capa da "Vogue". Comecei a trabalhar muito, então a gente mudou para São Paulo. Eu comecei a ver que a realidade de modelo era outra, que eu tinha que aproveitar o máximo possível. Então, com 14 anos eu já estava no Japão. Minha mãe não falava inglês nem eu. A única bota que eu tinha era de Sorocaba, enfrentando neve, fazendo teste para baixo e para cima. Minha mãe me acompanhou sempre até os 17. Na época, as mães acompanhavam todas as modelos. Giane [Albertoni], Gisele [Bündchen], Alessandra Ambrósio, Beatriz Barros, eram todas da mesma geração. Todas as mães ficavam juntas. Sábado e domingo a gente se reunia, fazia feijoada em Nova York, em Paris, em Milão... sempre juntas. Perto de todas as novidades que foram apresentadas para mim --meu mundo era muito pequeno--, não passei por tantas dificuldades. Ficaram muito pequenas.

Como você fez a transição do mundo da moda para a televisão?

Com 17 anos, eu estava voltando de Paris, em uma das viagens que eu fiz para lá. Voltei, comprei a minha casa --já tinha comprado a casa da minha família--, e estava montando, quando cheguei estava tendo um teste na minha agência para "Presença de Anita". O Avancini Filho, que estava procurando um rosto novo, esbarrou comigo na porta e eu tinha acabado de chegar, foi aquele alvoroço todo, chamou a atenção dele. Aí ele me perguntou se eu era atriz também e eu disse que não. Ele disse que eu era muito expressiva e perguntou se eu não queria fazer um curso de teatro mais para a frente. Eu falei que não estava nos meus planos, mesmo porque eu estava pensando em fazer arquitetura, ficar um pouco mais no Brasil, e aí passou. Ele levou um composite meu e passou. Quatro meses depois, quando já tinha terminado "Presença de Anita", ligaram para a minha agência e fomos eu, o Guilherme Berenguer, Michele Birkheuer, Paulinho Vilhena, que já tinha feito "Sandy e Júnior", mas estava na agência, para uma reunião com o Ricardo Waddington sobre "Coração de Estudante", porque eles queriam seis novos rostos para lançar. E pessoas que tivessem vivido em república, que tivessem um pouco dessa experiência. A única experiência que eu tinha era de morar com outras modelos em apartamentos. Fui meio no susto como se estivesse fazendo um teste de modelo. Eu nem fiz teste, na verdade. A gente sentou na frente dele, ele pediu para todo mundo falar um pouco sobre a sua vida e a minha vida era muito próxima da vida da minha personagem. A vida da minha mãe, na verdade. Ele se interessou muito e disse que achava que o papel era meu. Eu comecei a chorar, falei que eu não sabia fazer, que não tinha noção... Com 17 anos me mudei para cá, foi a primeira vez que a minha mãe ficou, e foi onde tudo começou. E era uma bagunça. Todos de 17, 18 anos em uma república, todos aprendendo a decorar texto. Foi a primeira vez de muita gente. Dessa geração, alguns ainda estão aí e eu não parei mais.

Em "Mulheres Apaixonadas" você viveu uma adolescente que era lésbica. No último capítulo vocês deram um selinho. O que você acha de esse assunto ainda ser um tabu hoje em dia?

Naquela época, nós demos um grande passo. Eu lembro que todas as personagens lésbicas que eram apresentadas eram explodidas, ou matavam, não deixavam acontecer de fato o relacionamento. Foi a primeira vez que foi assumido e que o público gostou e aprovou e queriam que ficassem juntas. É engraçado ainda ser um tabu. Eu não sei quando vai deixar de ser. A gente sempre precisa de temas. Sempre vai existir o tabu. Porque depois que se esclareceu a coisa do gay, vai ser o transexual, depois a travesti... A gente sempre vai ter coisas para explicar. E a gente sempre quer quase o impossível, depois a gente quer outra coisa. Hoje, o mais atual é o homem que vira hétero, porque não tem mais o que explorar. Sempre vamos estar atrás dos tabus, dos limites do que superar.

Quando você acha que ocorreu na sua carreira a transição dos personagens adolescentes para os personagens adultos?

A primeira vez que eu entendi a função do meu trabalho foi em "Mulheres Apaixonadas", que eu entendi que a gente podia transformar a cabeça das pessoas. Eu acho que "Da Cor do Pecado" foi um pouco mais maduro porque ela já era um pouco mais mulher, não era tão menina. "Como uma Onda", como atriz, tentei levar de uma forma mais madura, porque era a minha primeira protagonista e era uma personagem que estava saindo de casa, mais independente, por mais que já tivesse toda uma estrutura familiar. Eu testei mais. Mas "Duas Caras" foi onde eu me joguei. Eu estava tentando tudo o que eu levava para as minhas outras personagens, que era só intuição, e comecei a jogar um pouco com a técnica que eu havia aprendido com elas. Ao misturar a técnica com a intuição, é claro que eu errei muito. Em algumas cenas eu entrava gritando e saia gritando. Hoje, revendo algumas cenas eu faria completamente diferente, daria outras nuances. Mas é muito bom errar e se jogar, para saber o limite e poder amadurecer para fazer um trabalho como a Luciana, de "Viver a Vida", em que eu fiquei um mês e meio trabalhando só com o olhar. Foi um grande exercício como atriz.

A Luciana, além da carga dramática da personagem, tinha toda uma questão de apresentar para a sociedade o problema por que passavam as pessoas como ela. Isso foi um peso também?

Todas as personagens acabam que sempre têm uma coisa. Primeiro teve a mãe solteira, a segunda era uma homossexual, depois teve uma com um tumor no cérebro, depois a psicopata e a Luciana... Acho que talvez eu tenha uma certa vocação. Eu me envolvo, me jogo. Quando eu vi eu já estava tomada pela história dela, da própria Flávia Cintra [consultora da novela, que é paraplégica], que me ajudou muito. Eu fui para a casa dela, pude acompanhar ela tomando banho, alimentando os filhos, indo ao banheiro. Quando eu vi já estava muito mergulhada nisso tudo. Naturalmente, eu já fazia essa parte social com as pessoas com quem eu conversava. Eu aprendi muito e me sinto muito honrada de ter pego esse papel que, além de contar uma história, vem para ensinar muito. O retorno do público foi muito diferente. É um agradecimento muito profundo. É uma outra energia. Muitas pessoas ligavam agradecendo, porque não sabiam que podiam ter uma relação normal.

Levou um tempo até você "despressurizar"?

Um pouquinho. Foram nove meses no ar, a personagem foi muito presente durante a novela toda. Eu me preparei dois, três meses antes de a novela estrear, quer dizer, foi um projeto de um ano. Logo depois eu emendei no "Heleno", que é um longa com o Rodrigo Santoro, que era totalmente diferente. A novela terminou na sexta, no sábado eu já estava filmando. A primeira semana eu acordei torta, na posição da personagem. E ao levar isso para a terapeuta, comecei a entender que o corpo tem um delay, ele não sabe muito distinguir o que você está passando de verdade e o que é brincadeira. Não é igual à cabeça. Por exemplo, você está fazendo uma cena de discussão e sai no corredor e já pergunta como está a mãe da pessoa, mas a mão está lá tremendo. Porque você colocou adrenalina. Tem um tempo para poder abaixar. Um ano trabalhando nessa posição, naturalmente o corpo não entende. Fiquei seis dias internada com crise nos rins, que eu acho que foi uma somatização. Foi uma personagem para quem eu tive que doar um pouco mais.

Você consegue manter uma vida longe dos holofotes?

Eu moro em Itanhangá [zona oeste do Rio], que já fica um pouco mais distante de tudo. É como se fosse uma casa no interior. Tenho meus cachorros, meus gatos, pomar, acerola, limão, banana... É o meu santuário. Recebo os meus amigos, a gente toma um vinho, joga baralho. Gosto muito de dançar, faço balé há sete anos. E gosto de sair com os amigos para dançar à noite e fico até clarear. Acho que também não estou muito ligada nisso. Como eu trabalhei sempre com moda, com câmera, é quase um trabalho estar no Leblon almoçando e tomando um vinho e sendo clicada. Eu não me sinto muito à vontade. Não consigo fingir que uma câmera não existe, que não está apontada para mim. Eu prefiro ficar à vontade onde eu sei que vai estar tranquilo. Eu gosto de sair com os meus amigos para Santa Tereza, Lapa... Gosto de dançar forró e adoro tomar um chope na Lapa... E fico na rua com todo mundo, tomando na calçada. É disso que eu gosto.



Da Redação com F5 - Folha

Presidente nacional do PT reprova antecipação da candidatura de Cartaxo; É uma temeridade

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Quem ignorar a influência nacional no debate sobre a sucessão em João Pessoa terá muita surpresa em 2012. Especialmente quando se trata de PT, um partido de muitos aliados e, portanto, muitos compromissos.

Reunidos no 3º Seminário Nacional da corrente interna do PT “O Partido que Muda o Brasil”, membros do PT de João Pessoa e ainda o deputado federal Luiz Couto tiveram uma reunião exclusiva com o presidente nacional da legenda, Rui Falcão.

De acordo com informações repassadas pelo presidente do PT de João Pessoa, professor Antônio Barbosa, Falcão foi categórico: é uma temeridade antecipar candidatura própria em João Pessoa. Ele teria ponderado que é uma exposição antecipada, desnecessária e negativa do partido no processo que ainda não foi estabelecido pela Direção Nacional, pois, segundo ele o PT ainda definirá Calendário de debates sobre 2012.

Além disso, destacou Barbosa, Falcão reafirmou a tese de que a aliança com o PSB não pode ser “driblada” de qualquer forma. Disse ainda que o PSB é um dos principais aliados do Governo Dilma e que o PT deverá ter cautela na definição da estratégia para 2012 em João Pessoa.

Segundo Antônio Barbosa e o Deputado Federal Luiz Couto, o Presidente Nacional do PT disse que a Direção Nacional incentivará candidatura própria onde o partido estiver bem colocado na disputa, ou seja, “com chances reais de vitória, fora isso, teremos que discutir de forma altiva o apoio aos partidos aliados".

Na Capital, parte do PT começa a alimentar a candidatura do deputado estadual Luciano Cartaxo.

O Secretário Executivo do Governo do Estado Carlos Alberto Dantas Bezerra disse que a reunião com o Presidente Nacional do PT serviu para esclarecer definitivamente qual é a real posição da Direção Nacional para o caso especifico de João Pessoa.

A Corrente interna do PT “O Partido que Muda O Brasil” é considerada a maior e mais importante tendência do Partido dos Trabalhadores, pois conta com lideranças importantes como José Dirceu, Ricardo Berzoini, Alexandre Padilha o Senador Humberto Costa, além de vários Ministros, Senadores, Governadores e Prefeitos.

O evento acontece em um Hotel da Capital Paulista e conta a participação de lideranças do PT de todos os Estados Brasileiros, entre elas Ministros, Governadores, Prefeitos, Senadores, Deputados e Dirigentes Partidários.



Da Redação com Luís Tôrres

Defesa Civil já distribuiu mais de 800 cestas básicas em dez municípios atingidos pelas chuvas

O Governo do Estado, através da Defesa Civil e em parceria com prefeituras municipais, mantém o cronograma de distribuição de cestas básicas disponibilizadas pelo Ministério da Integração Nacional para atender as famílias afetadas pelas chuvas que caíram com grande intensidade na Paraíba.

As cestas básicas, com 24,3 quilos cada uma e contendo feijão, arroz, macarrão, biscoito, óleo, fubá, margarina, entre outros produtos de primeira necessidade, começaram a ser entregues na última quarta-feira (27). Somente em dois dias – sexta e sábado – 573 cestas foram distribuídas com famílias das cidades de Pilar, Pocinhos e Ingá. Ao todo já distribui mais de 800 cetas em dez municípios.

A distribuição de cestas básicas faz parte de um programa emergencial do Governo do Estado para atender as famílias afetadas pelas chuvas que provocaram danos e afetaram pontes, estradas, barragens e, principalmente, centenas de moradias.

O governador Ricardo Coutinho conseguiu junto ao Governo Federal a liberação de 243 toneladas de alimentos que estavam estocadas na Companhia Nacional de Alimentos – Conab, em Fortaleza (CE).

Para Joselma Cabral de Miranda, de 29 anos e residente numa comunidade rural de Pilar, a cesta chega em boa hora. Ela disse que perdeu muita coisa e com os produtos pode alimentar seus filhos.

A prefeita de Pilar, Virgínia Veloso Borges, considera importante a atuação do Governo Estadual no atendimento aos municípios afetados pelas chuvas sem se preocupar com a ‘cor partidária’. “No momento de socorro o governador atendeu as nossas reivindicações, porque a Prefeitura não tem condições de atender todas essas famílias”, acrescentou.

Virgínia disse que na próxima semana vai procurar o governador Ricardo Coutinho para encontrar uma solução em relação à paralisação das aulas porque o colégio estadual está ocupado por famílias que perderam suas moradias. Quatro comunidades de Pilar ainda estão praticamente isoladas, disse a prefeita.

Ela também elogiou a presteza do Corpo de Bombeiros no resgate de famílias que ficaram isoladas.

Em Pocinhos, 155 famílias receberam cestas básicas. A distribuição aconteceu na Escola Municipal Padre Galvão, sob a coordenação do gerente de apoio logístico da Defesa Civil estadual, George Saboia. Equipes do Corpo de Bombeiros e da Guarda municipal participaram da operação. Trinta e oito casas foram e as famílias estão alojadas em prédios públicos com o apoio da Prefeitura Municipal.

No sábado (30) a equipe da Defesa Civil fez a distribuição de 91 cestas na cidade de Ingá, que ficou isolada por conta da destruição de uma ponte. Já foram distribuídas cestas básicas em Salgado de São Félix (196), Mulungu (338), Mari (33), São Joé dos Ramos (53), Caaporã (53), Sobrado (54), Rio Tinto (220), São Sebastião de Lagoa de Roça (13) e Lagoa Seca (51). Outras cidades estão sendo programadas para a distribuição de cestas básicas com famílias afetadas pelas chuvas.



Da Redação com Secom-PB

Paraíba será cenário da próxima novela das 7, de Miguel Falabella

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Em uma iniciativa do Governo do Estado, a próxima novela das 19h, da Rede Globo de Televisão, terá a Paraíba como cenário logo nos seus primeiros capítulos. Os municípios de João Pessoa e Cabaceiras terão as locações da novela “Aquele Beijo”, escrita por Miguel Falabella, com colaboração de Ângela Carneiro e Luiz Carlos Góes, e direção de Cininha de Paula.

Segundo o secretário estadual de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Renato Feliciano, que articulou a gravação com a direção da Globo, esta é uma iniciativa importante no fomento do turismo paraibano, na medida em que promove e traz visibilidade ao Estado. “Esta exposição na novela vai dar um novo ânimo para o setor. Iniciativas como estas trazem inúmeras vantagens, pois divulgam nossa cultura, nossas paisagens, e contribuem até na geração de emprego e renda”, ressaltou.

Aquele Beijo – A novela que entrará na grade de programação da Globo no lugar de “Morde & Assopra” terá o personagem do ator Diogo Vilela como personagem que passará pela Paraíba.

O folhetim vai ter como um de seus temas o consumismo. Além do elenco brasileiro, a novela contará com a participação especial do colombiano Manolo Cardona, que esteve recentemente em cartaz no Brasil com o filme “Contracorrente”. Além de Cabaceiras e João Pessoa, as gravações também terão locações em Paris, na França e Cartagena, na Colômbia.



Da Redação com Secom-PB

Jovem de 15 anos sofre tentativa de homicídio em Cabedelo

Um jovem de 15 anos sofreu dois tiros em uma tentativa de homicídio na noite do sábado (30) em Cabedelo-PB. O rapaz foi socorrido pela Samu e encaminhado ao Hospital de Emergência e Trauma.

A vítima, conhecida como 'Ratinho', estava com algumas pessoas em frente a um mercadinho no Loteamento Oceania VI quando dois homens apareceram em uma moto, anunciaram que tinham contas a acertar com o garoto e pediram para os demais se afastarem. Então acertaram um tiro de raspão na cabeça e outro no tórax. Depois fugiram.

A cunhada do rapaz falou que ele vivia na rua, mas havia voltado para casa há quatro dias. Segundo ela, o nome dele é Israel Pereira Agripino.



Da Redação com Pedro Callado e Jonas Batista

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